
De repente a vida se tornou enorme e não tenho mais tempo de falar de mim, de pensar em mim...
Há tanta coisa acontecendo, como uma correnteza forte que arrasta o bote e eu... Sem fazer força, para ir ou para ficar... Eu vou.
E vou atropelando dias e noites, vivendo, vivendo, vivendo...
Escolhendo cores para paredes, cortinas para janelas...
Isso tudo é tão “conforme”... Encaixa-se perfeitamente com o ‘trabalhar duro para pagar’, com o ‘escolher amar o amor que edifica’, com os ‘finais de semanas’ e as ‘roupas em meu armário’.
Não preciso estar perto do fogo ou despir-me na chuva...
Meu corpo mantém a temperatura morna e constante...
E o silêncio... Ele não me incomoda... Pois só existe fora de mim.
Há tanta coisa acontecendo, como uma correnteza forte que arrasta o bote e eu... Sem fazer força, para ir ou para ficar... Eu vou.
E vou atropelando dias e noites, vivendo, vivendo, vivendo...
Escolhendo cores para paredes, cortinas para janelas...
Isso tudo é tão “conforme”... Encaixa-se perfeitamente com o ‘trabalhar duro para pagar’, com o ‘escolher amar o amor que edifica’, com os ‘finais de semanas’ e as ‘roupas em meu armário’.
Não preciso estar perto do fogo ou despir-me na chuva...
Meu corpo mantém a temperatura morna e constante...
E o silêncio... Ele não me incomoda... Pois só existe fora de mim.

0 comentários:
Postar um comentário